Outras Notícias

união europeia

  • A militarização da União Europeia é contrária à paz e à segurança

    É com grande preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação encara o aprofundamento do processo de militarização da União Europeia (UE) actualmente em curso. O militarismo é, a par do cerceamento da soberania dos Estados por parte de instituições supranacionais dominadas pelas grandes potências e da promoção das políticas neoliberais, que agridem direitos económicos e sociais, um dos esteios da UE – sendo a criação de um futuro exército europeu, apesar de contradições que persistem, um objectivo há muito prosseguido pelas principais potências europeias.

    Este processo de militarização – muito embora se processe numa complexa relação em que estão permanentemente presentes, seja a concertação, seja a rivalidade entre os EUA e grandes potências europeias –, tem convergido e sido determinado no quadro da NATO, assumindo-se a UE como o pilar europeu deste bloco político-militar.

  • Amizade Portugal-Palestina

    Uma Delegação do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina (GPA) criada no quadro da Assembleia da República Portuguesa e integrando deputados de todos os Partidos com representação Parlamentar, terminou ontem uma visita de 3 dias – 25 a 27 de Julho - à Palestina, a convite do Parlamento desse País.

    Esta foi a primeira vez que uma delegação do Parlamento Português visitou a Palestina e segue-se à visita que o Grupo Parlamentar de Amizade Palestina-Portugal realizou ao nosso país.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, bem como outras organizações portuguesas de solidariedade para com o povo Palestino, foi convidado, pelo Grupo Parlamentar de Amizade, a participar no dia 21 de julho numa reunião que teve lugar na Assembleia da República, onde foram apresentados, pelo Deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, o programa e objectivos da visita. Entre os temas referidos encontravam-se questões como a prisão de deputados palestinos, os direitos humanos, a responsabilidade de Israel enquanto potência ocupante, o acordo de Parceria UE-Israel entre outros.

    O CPPC e as demais organizações presentes tiveram oportunidade de transmitir ao Grupo Parlamentar que se deslocaria à Palestina as suas opiniões sobre o problema Palestino, a ocupação deste país que dura há mais de 67 anos, o não cumprimento por Israel das Resoluções das Nações Unidas, a questão dos colonatos e dos refugiados, os crimes de guerra cometidos sobre o povo de que é exemplo o recente massacre de Gaza, a prisão indiscriminada de civis e mesmo de deputados do Parlamento Palestino, pelos ocupantes israelitas.

    Reafirmamos o nosso apreço por esta iniciativa e os votos de que ela seja um marco nas relações entre estas duas Instituições dos respectivos Estados e venha a permitir avanços significativos do Estado Português no apoio à criação de facto de um Estado Palestino viável, de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal- Palestina e espera que os contactos havidos tenham sido da maior utilidade para os objectivos que se propunha.

  • Cimeira dos Povos

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), valoriza a realização da Cimeira dos Povos, a ter lugar em Bruxelas dias 10 e 11 de Junho, como espaço de expressão da voz dos povos da América Latina e da Europa, no momento em que naquela cidade se realizará a Cimeira CELAC-UE.

    O CPPC apoia e participará na Cimeira dos Povos e divulga o apelo desta cimeira que subscreveu.

    Cimeira dos Povos: Construindo alternativas
    11 de Junho de 2015 – Bruxelas | Bélgica

    Nos dias 10 e 11 de Junho, Bruxelas será o palco de uma importante reunião entre dois blocos regionais: os países latino-americanos e das caraíbas, organizados na CELAC (Comunidade de Estados da América Latina e do Caribe) e a União Europeia.

    Dirigentes latino-americanos e europeus virão a Bruxelas para discutir diversos sobre vários domínios de cooperação. Enquanto movimentos sociais belgas, consideramos importante que seja também ouvida a voz dos povos da América Latina e da Europa.

    Assim decidimos organizar, uma Cimeira dos Povos. Actuamos em diferentes campos como a solidariedade internacional, o ambiente, os direitos humanos e os média, ao nível nacional e internacional. Sendo Bruxelas o palco desta reunião sentimos ser nossa responsabilidade tomar esta iniciativa.

    A América Latina tem uma longa tradição em Cimeiras dos Povos. Movimentos sociais e organizações populares debatem entre si, em paralelo com a Cimeira oficial, de forma a influenciarem o resultado da cimeira e as políticas dos diferentes países participantes. Esta tradição inspira-nos a mobilizar e organizar os movimentos europeus e belgas para um animado encontro internacional.

    No momento em que o mundo atravessa uma crise nas esferas económica, política, social e cultural os 99% são afectados pela política dos 1%: uma política de austeridade que aumenta os lucros privados e que está longe de ser benéfica para os povos.

    Mas os povos estão a erguer-se e a reclamar o que lhes pertence. Os povos ganham consciência de que existem alternativas à abordagem neoliberal à crise e sentem a necessidade de partilhar experiências e unir esforços na luta.

    Visite a página da cimeira em: https://www.facebook.com/cumbredelospueblos2015?fref=ts

  • Conferência "União Europeia - A Dimensão Militar"

    CPPC na Irlanda!

    A convite das organizações irlandesas Aliança para a Paz e Neutralidade (PANA) e Movimento dos Povos, o CPPC participa hoje e amanhã, dias 15 e 16 de Novembro, na Conferência "União Europeia - A Dimensão Militar", em Dublin, Irlanda, fazendo-se representar por Filipe Ferreira, membro da Direcção Nacional do CPPC.

  • Construir a Paz com os valores de Abril - Freguesia do Sado

     
    O repúdio de todos os amantes da paz no Mundo pela presença de organizações ultra-nacionalistas de inspiração fascista e nazi no governo de Kiev, foi pedra de toque na sessão que no passado domingo, 11 de Maio, no Moinho de Maré da Mourisca, no Faralhão, o CPPC e a Junta de Freguesia do Sado realizaram conjuntamente, com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal. Ele é parte integrante da mensagem de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, emitida logo após os massacres na Casa dos Sindicatos de Odessa, a 2 de Maio, inseridos no plano de desestabilizar a Ucrânia e nele instalar um regime fantoche que aceite alargar a NATO até às fronteiras da Rússia.
  • Contra a militarização da União Europeia!

    CPPC participou em audição parlamentar sobre Militarismo na União Europeia

  • CPPC condena sanções da UE contra a Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena as sanções contra a Venezuela aprovadas pela União Europeia no passado dia 13 e denuncia-as como uma violação grosseira do Direito Internacional e um ato de ingerência que mais não visa que procurar agravar a situação política, económica e social naquele país.

    Essas sanções surgem após a derrota sofrida pelos setores oposicionistas nas recentes eleições regionais venezuelanas, foram adotadas na sequência de medidas idênticas tomadas pelos EUA e da pressão exercida pela administração norte-americana sobre a UE, com um papel destacado do chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy.

  • CPPC na Cimeira dos Povos em Bruxelas

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    Nos dias 10 e 11 de Junho decorreram em Bruxelas uma Jornada de Solidariedade com a Venezuela e a Cimeira dos Povos. Estas duas iniciativas realizaram-se no momento em que decorria, também na capital belga, a Cimeira entre a União Europeia (UE) e os países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e do Caribe (CELAC).

    A Cimeira dos Povos foi uma iniciativa promovida inicialmente por organizações e movimentos belgas, entre os quais a INTAL, movimento da paz belga membro do Conselho Mundial da Paz. Posteriormente associaram-se à realização da Cimeira dos Povos centenas de organizações da Europa e da América Latina e das Caraíbas (ver organizações promotoras - aqui).

  • CPPC subscreve apelo à suspensão do Acordo de Associação entre a União Europeia e Israel

     

    O Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente (MPPM), em representação das 14 organizações subscritoras, enviou ontem aos destinatários, o documento "Em nome da Paz e dos Direitos Humanos apelamos à suspensão do Acordo de Associação entre a União Europeia e Israel".

  • Fim às operações de ingerência externa na Ucrânia



    O Conselho Português para a Paz e Cooperação acompanha com preocupação os desenvolvimentos da situação económica, social e política na Ucrânia, marcada por permanentes e crescentes tensões e alerta para a escandalosa ingerência externa nas suas questões internas, o que à luz do direito internacional só poderá merecer uma clara condenação.

  • Finalmente a revogação da inaceitável “posição comum” da União Europeia sobre Cuba

    Finalmente a União Europeia decidiu revogar o que ainda restava da sua inadmissível “posição comum” relativamente a Cuba, que remontava a 1996, e onde estabelecia uma política de ingerência inaceitável que punha em causa o direito soberano do povo cubano escolher o seu caminho.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera positiva a revogação agora decidida de uma dita “posição comum” que nunca deveria ter sido tomada e que, no mínimo, há muito devia estar revogada.

    O CPPC saúda Cuba pela vitória conseguida de revogação do que restava de uma “posição comum” caduca e inadmissível, e salienta que as relações entre Estados soberanos devem basear-se nos princípios da igualdade, reciprocidade e respeito mútuo, como o Governo cubano sempre defendeu e agora foi finalmente reconhecido pela União Europeia.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Intervenção da UE na República Centro-Africana

     

    A propósito das recentes declarações da chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton, sobre a intenção da União Europeia (UE) de enviar 1.000 soldados para a República Centro-Africana (RCA) – a somar aos 2.000 militares franceses e os cerca de 4.500 militares da União Africana (UA) que já se encontram no terreno – o CPPC alerta mais uma vez para os reais objectivos desta intervenção: branquear a intervenção já em curso do governo francês e os seus objectivos neocoloniais de exploração de recursos naturais, não só deste país, mas também desta região centro-africana.

  • Não à escalada de repressão e de guerra na Ucrânia

     

    É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

    O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

    Direcção Nacional do CPPC
    2 de Julho de 2014

  • Não à participação de Portugal na militarização da UE

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

  • Não ao reforço da escalada bélica no Médio Oriente

     

    Os Estados Unidos da América estão de volta ao Iraque, país que, em conjunto com uma coligação composta essencialmente por países da NATO e das Monarquias do Golfo, invadiram, saquearam, mataram, destruíram e ocuparam entre 19 de Março 2003 e Dezembro de 2011. Agora fazem-no com o pretexto de combater o chamado “Estado Islâmico” que EUA ajudaram a armar e a financiar.

  • O Boxeur-Electrão e outras peças

    José Goulão, jornalista e membro da Presidência do CPPC

    Um vídeo com pouco mais de seis minutos, publicado no Youtube, vale como um tratado de alta política e de minuciosa geoestratégica. Pelo menos à altura e com a minúcia da política e da estratégia como se praticam nos tempos que correm.

    Deixo-vos o endereço do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=sSx8yLOHSUs

    A veracidade da peça não suscita dúvidas, porque a intérprete já a confirmou ao acusar os serviços secretos russos de a terem espiado, e logo a ela, uma subsecretária do Estado que espia meio mundo e também a outra metade.

  • PELA PAZ NA UCRÂNIA! APELO A UMA SOLUÇÃO PACÍFICA E DEMOCRÁTICA PARA A UCRÂNIA E DE REJEIÇÃO DA INGERÊNCIA DA NATO

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação acompanha com profunda preocupação a situação que se vive na Ucrânia, resultante do golpe que, com o apoio político, económico e militar dos Estados Unidos da América, da NATO e da União Europeia, foi levado a cabo em 22 de Fevereiro de 2014.

    Ao longo de quase um ano sucederam-se, como é conhecido, graves situações anti-democráticas e ilegítimas, designadamente a constituição de governos que incluíram e incluem elementos de extrema-direita e, mesmo, neonazis; os atentados dos grupos paramilitares de extrema-direita e neonazis do Svoboda, do Pravy Sektor às sedes de sindicatos e de partidos e forças democráticas e anti-fascistas, a perseguição e assassinato de democratas e patriotas ou a promoção da xenofobia, de divisões étnicas e da repressão pelo novo poder golpista. Esta situação levou à resistência e lutas populares nas regiões do Leste e Sul da Ucrânia, – como na Crimeia e no Donbass (Lugansk, Donetsk, Mariupol, entre outras cidades) -, de populações maioritariamente de língua russa, movidas por sentimentos anti-fascistas e patrióticos. Como consequência, a população da Crimeia decidiu reintegrar a Federação Russa. E no caso do Donbass, as autoridades de Kiev responderam com uma violenta repressão militar contra as populações, provocando uma guerra civil.

  • Pelo direito dos povos à exploração e gestão dos seus recursos!

    Novo protocolo de pescas entre a União Europeia e Marrocos

  • Prémios Nobel da Paz encontram-se em Bruxelas

     

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    A INTAL, organização membro do Conselho Mundial da Paz, realiza hoje em Bruxelas uma acção de protesto, para assinalar a visita de Barack Obama a instituições da União Europeia.Lembrando que tanto Obama como a UE receberam o Prémio Nobel da Paz, a INTAL denuncia que EUA e UE juntos são responsáveis por 2/3 do comércio mundial de armamentos e por 62% das despesas militares, e que os Belgas querem que a armas nucleares dos EUA saiam do seu país e não que sejam modernizadas como previsto.O CPPC envia uma calorosa saudação à INTAL e aos companheiros belgas em mais uma acção de defesa da Paz.

  • Repúdio pela violenta repressão contra a população ucraniana


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua profunda preocupação e denuncia o clima de violência que se vem instalando na Ucrânia, degenerando em guerra civil, na sequência da quebra da ordem constitucional e da intromissão de interesses e forças externas. A violenta repressão exercida contra a população ucraniana que rejeita o poder golpista que tomou o poder em Kiev está a ser protagonizada por forças fascistas coniventes com o poder ilegítimo que ajudaram a instalar na Ucrânia.