Outras Notícias

Venezuela

  • Não à intervenção contra a Venezuela. Não ao “TIAR”!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) junta-se à ampla expressão de repúdio pela activação do chamado “Tratado Inter-americano de Assistência Recíproca” (“TIAR”) que se inscreve na espiral de desestabilização, bloqueio económico e financeiro e agressão contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano

    A decisão da ativação do denominado “TIAR” foi adotada, no passado dia 11 de Setembro, pela Administração dos EUA com o apoio de governos de países da América Latina que se subordinam aos seus interesses.

  • Não à violência golpista! Defender a democracia e a paz na Venezuela!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia mais uma tentativa de golpe de Estado na República Bolivariana da Venezuela perpetrada pela extrema-direita golpista, em coordenação e às ordens dos Estados Unidos da América, contra a soberania, a democracia e a paz na Venezuela.

    Este é mais um negro episódio de um longo processo de desestabilização e violento bloqueio que, através da imposição da degradação das condições de vida dos venezuelanos, visa derrubar as legítimas instituições deste país e a reversão das conquistas alcançadas nas últimas duas décadas pelas forças bolivarianas, que puseram fim a décadas de domínio e saque das riquezas do povo venezuelano – como o petróleo – por parte dos EUA.

    O CPPC, solidário com o processo soberano, democrático e emancipador iniciado com a vitória de Hugo Chávez nas eleições presidenciais de 1998 – e sufragado pelo povo venezuelano mais de duas dezenas de vezes ao longo dos últimos vinte anos –, expressa ao povo venezuelano, ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI), e demais organizações e movimentos patrióticos, democráticos e progressistas venezuelanos a sua solidariedade e a confiança de que, uma vez mais, vencerão a ingerência e o golpismo, e continuarão o seu caminho na defesa de um futuro melhor, mais justo e de paz.

    Direção Nacional do CPPC

    #TiremAsMaosDaVenezuela #VenezuelaNoEstaSola #HandsOffVenezuela #ARevoluçãoBolivarianaNaoEstaSo #LaRevolucionBolivarianaNoEstaSola #TheBolivarianRevolutionIsNotAlone

  • Não ao Bloqueio! Respeito pela soberania da Venezuela!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia o agravamento do ilegal bloqueio dos EUA contra o povo da Venezuela e a sua Revolução Bolivariana, anunciado pela Administração de EUA/Donald Trump.

    O CPPC defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, com pressão, chantagem, bloqueio e interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    La Carlota (base militar)

    Grupos da "oposição" Venezuelana já por várias vezes atacaram com extrema violência a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda “La Carlota” em Caracas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Armazém de alimentos

    27 de Junho de 2017 - Anzoátegui

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos da "oposição" incendeiam armazéns de alimentos e cadeias de distribuição, na imagem armazém no Estado de Anzoátegui, onde foram destruídas 50 toneladas de alimentos. O armazém servia 278 escolas, 31 centros de diagnóstico médico, 3 prisões, 1 lar de terceira idade entre outras instituições.

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Numa clara acção de sabotagem e desestabilização grupos da “oposição” atacam e destroem transportes e outros serviços públicos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Comércio

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos terroristas da “oposição” atacam e destroem mercados e estabelecimentos comerciais.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao terrorismo golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Armas

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem cada vez mais a armas, incluindo armas improvisadas, como morteiros e artefactos explosivos. Estas armas têm sido responsáveis por muitos feridos e várias mortes, incluindo entre os próprios membros dos grupos terroristas, nomeadamente os que manejam esses artefactos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Bombas incendiárias

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem frequentemente a "coktails molotov" nos ataques. Causando destruição de infraestruturas e equipamentos e provocando graves ferimentos em inúmeras pessoas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Conhecidas figuras da denominada oposição instigam, provocam e são responsáveis pela acção dos grupos terroristas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não às ingerências e ameaças contra a Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia frontalmente as ingerências e ameaças que estão a ser desencadeadas contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano a propósito da tomada de posse do Presidente Nicolás Maduro, hoje realizada.

    Às severas sanções e bloqueio económico, financeiro e comercial dos EUA, somam-se agora as inaceitáveis declarações e medidas de países do denominado 'Grupo de Lima', acompanhadas pela União Europeia, que afirmam não reconhecer a legitimidade do resultado eleitoral de 20 Maio de 2018, que deu um amplo apoio à reeleição do Presidente Maduro, face a uma parte da oposição totalmente submetida já não só aos interesses como às ordens vindas dos Estados Unidos da América.

  • Não às provocações e ameaças militares dos EUA contra a Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação repudia veementemente o anúncio, na semana passada, pela administração de Donald Trump de que reforçará a presença de forças navais ao largo da costa marítima da Venezuela, no Mar do Caribe.

    Esta manobra insere-se nas ações provocatórias e ameaças de intervenção militar dos EUA contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, com o objectivo de afastar o Governo dirigido pelo Presidente, Nicolás Maduro, sobre quem os EUA recentemente lançaram a difamação de alegadamente estar envolvido em ‘tráfico de drogas’, sem que tenham apresentado qualquer prova que possa sustentar esta alegação, e estabelecendo vergonhosamente uma recompensa no valor de 15 milhões de dólares por informações que levem à sua detenção e/ou condenação.

  • Nos 25 anos da Revolução bolivariana - Solidariedade com o povo venezuelano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda os 25 anos da Revolução bolivariana, iniciada com a investidura do Presidente Hugo Chávez, em 1999, que abriu um caminho de esperança e de transformação económica, social, cultural e política ao serviço do povo venezuelano, que foi plasmado na Constituição da República Bolivariana da Venezuela.
    Ao longo destes 25 anos e percorrendo um percurso complexo, a Revolução bolivariana enfrentou e venceu a ingerência e a agressão, tentativas de golpe de Estado, o boicote económico, a violência terrorista, as ameaças de intervenção, as sanções e o bloqueio económico, o roubo de activos no estrangeiro, impostos pelos EUA, com o apoio da oligarquia.
    Em 2024, o povo venezuelano com o governo presidido por Nicolás Maduro, continua a ter que enfrentar as ameaças, as chantagens e os ultimatos dos EUA, que insistem em esquecer que a República Bolivariana da Venezuela é um Estado livre, soberano e independente, que – como determina a sua Constituição – tem como valores fundamentais «a vida, a liberdade, a justiça, a igualdade, a solidariedade, a democracia, a responsabilidade individual e social, a preeminência dos direitos humanos, a ética pública e o pluralismo político».
    Nesta ocasião, o CPPC solidariza-se com o povo venezuelano e a sua contínua luta em defesa da soberania e independência da Venezuela e do seu direito soberano de decidir – livre de quaisquer interferência externa – o seu caminho.
    A Direção Nacional do CPPC
    08-02-2024
  • Novo Banco bloqueia ilegalmente 1500 milhões de euros do Estado venezuelano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) apoia o apelo entregue, no passado dia 2 de Maio, na Embaixada de Portugal, na Venezuela, subscrito por várias organizações não-governamentais venezuelanas, para que o Estado português, cumprindo a sua obrigação, intervenha junto do Novo Banco para que este liberte os mais 1500 milhões de euros do Estado Venezuelano ilegalmente retidos por este banco e que efectue as ordens de pagamento que, na sua generalidade, se destinam ao pagamento de medicamentos, serviços de saúde, alimentos e outros bens de primeira necessidade de que o povo venezuelano tanto necessita.

  • O CPPC, condena o atentado terrorista contra o presidente da República Bolivariana da Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, condena o atentado terrorista contra o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, e outros altos dirigentes venezuelanos, ocorrido no passado sábado, dia 4 de Agosto, em Caracas.

    Este atentado eleva a um novo e perigoso patamar as manobras e campanhas da direita reaccionária e do imperialismo, que visam desestabilizar a Venezuela e derrubar o legítimo governo venezulano, presidido por Nicolas Maduro.

  • O povo venezuelano não quer voltar atrás!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a vitória das forças bolivarianas da Venezuela nas recentes eleições municipais realizadas neste país, demonstração da determinação do povo venezuelano em prosseguir a defesa do caminho da soberania, do progresso social, da justiça e da paz.

    Este resultado, reafirma a rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, do constante boicote económico e bloqueio financeiro que estes promovem para – tirando partido da baixa do preço do petróleo e das dificuldades por que passa este país latino-americano – procurarem desestabilizar e agudizar a situação económica venezuelana, uma acção que tanto afecta o povo venezuelano e a comunidade portuguesa residente neste país.

  • O povo venezuelano persiste no caminho do futuro

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) congratula-se e saúda o povo venezuelano pela forma como decorreram as recentes eleições regionais na República Bolivariana da Venezuela, que tiveram lugar no passado dia 15 de Outubro.

    Nesta eleições votaram mais de 60% dos eleitores, em mais de 40 mil mesas e centros eleitorais, tendo a coligação Grande Pólo Patriótico – constituída pelo Partido Socialista Unido da Venezuela e mais nove outras forças políticas – conquistado 18 dos 23 estados, tendo alcançado 54% dos votos.

    Trata-se de um resultado que – na continuidade da eleição da Assembleia Nacional Constituinte – reafirma a clara rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, e do constante boicote económico e bloqueio financeiro que promove. O povo venezuelano não quer voltar para trás.

  • Obama, a Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se à iniciativa "Pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela" e apela à subscrição do texto abaixo, através da ligação www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

    "OBAMA, A VENEZUELA NÃO É UMA AMEAÇA

    PELA RETIRADA IMEDIATA DA ORDEM EXECUTIVA CONTRA A VENEZUELA

    Nós, amantes da paz, dirigimos um apelo ao governo dos EUA para que assuma as suas obrigações internacionais, no respeito pela autodeterminação dos povos e ao direito destes decidirem livremente o seu caminho.

    No dia 9 de Março fomos surpreendidos pela Ordem Executiva emitida pelo presidente Obama através da qual “declara uma emergência nacional perante a ameaça inusual e extraordinária para a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos representada pela situação na Venezuela.”

    Esta declaração é ainda mais surpreendente ao ser feita dois dias após a União de Nações do Sul (UNASUR), órgão de integração regional, ter estado na Venezuela e reunido com todos os poderes públicos deste país, reunido com vários representantes dos diversos partidos da oposição, o que representou um apoio à democracia venezuelana e às eleições parlamentares previstas para o final do ano.

    Destacamos, ainda, que a presença do Secretário Geral da UNASUR e dos ministros dos negócios estrangeiros do Equador, da Colômbia, do Brasil e do Uruguai, aconteceu por iniciativa do próprio Presidente da República Bolivariana da Venezuela, que desde o início do ano pediu a participação deste organismo para que facilite o diálogo com o governo dos EUA.

    Nem as sanções, nem os bloqueios, nem as agressões armadas são caminhos para um diálogo verdadeiro. A história já demonstrou, como o admitiu o governo de Obama, no passado dia 17 de Dezembro em relação a Cuba, que essas são políticas ineficientes e que só prejudicam os povos.

    Nós, amantes da PAZ e acérrimos inimigos da GUERRA, opomo-nos a estas acções e apelamos a que o Presidente Barack Obama retire a Ordem Executiva contra a Venezuela e normalize as relações diplomáticas com o governo, legitimamente eleito, do Presidente Nicolás Maduro, com base no respeito mútuo e no princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países."

    ‪#‎ObamaDerogaElDecretoYa‬

  • Obama, a Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação que se associou à iniciativa internacional pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela, apelando à subscrição do texto "Obama, a Venezuela não é uma ameaça", divulga abaixo um conjunto de personalidades portuguesas, que apoiam esta iniciativa.

    O conjunto das assinaturas recolhidas em todo o mundo será apresentado durante a Cimeira das Américas que decorre na cidade do Panamá a 10 e 11 de Abril.

    Reafirmando a sua Solidariedade com a Revolução Bolivariana o CPPC recorda ainda a iniciativa que decorrerá hoje na Casa da Paz (Rua Rodrigo da Fonseca, 56 -2º - Lisboa), pelas 18h, com a projecção do documentário "Um Golpe e uma Carta".

  • Organizações venezuelanas pedem o desbloqueio de fundos ilegalmente retidos pelo Novo Banco

    organizacoes venezuelanas pedem o desbloqueio de fundos ilegalmente retidos pelo novo banco 1 20190510 1510798838

    Solidário com os seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) divulga carta de 19 organizações de defesa dos Direitos Humanos e movimentos sociais venezuelanos, entregue no passado dia 2 de Maio na Embaixada de Portugal na Venezuela, com o pedido de que o Governo português actue para que sejam desbloqueados 1543 milhões de euros do Estado Venezuelano, ilegalmente bloqueados no Novo Banco.